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Todos os finais de semana (sábados e domingos) um ou dois carros, cujos proprietários são provindos do nordeste e norte do Brasil, estacionam defronte a um barzinho também de nordestinos, na rua Taguá, no bairro da Liberdade, com a porta trazeira levantada,, com os rádios ligados no maior volume, e assim permanecem até altas horas da noite, pouco se importando com as reclamações de vizinhos, dentre os quais algumas senhoras com quase oitenta anos.Essas reclamações são levadas ao conhecimento da Polícia Militar, mais precisamente ao 190 (COPOM Centro de Operações da Polícia Militar) que, depois de "atendimento" por uma fita gravada, com mensagens em vários idiomas, acaba sendo atendida por alguém (provavelmente um ou uma policial militar) que diz estar encaminhando para outro setor ... o que, realmente NÂO ACONTECE, obrigando o (a) solicitante a desistir do socorro policial, para cumprimento da LEI DO SILÊNCIO. aTÉ QUANDO ISSO VAI PERDURAR ?
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