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Fevereiro no Museu das Culturas Indígenas articula Carnaval,

saberes e línguas originárias

O Museu das Culturas Indígenas (MCI) inicia o mês de fevereiro com uma programação que articula arte, memória, educação e ativismo indígena. Em destaque, a instalação “Exaltação e Êxtase: manifestações de resistência e visibilidade”, além de encontros formativos para educadores, debates públicos, contação de histórias, visitas mediadas e atividades em torno do Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas e do Dia Internacional da Língua Materna. O MCI é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari), em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim.

 

Carnaval com manifestações indígenas

Em cartaz de 03 de fevereiro a 1º de março, a instalação “Exaltação e Êxtase: manifestações de resistência e visibilidade” dá continuidade à série de ações do MCI que debatem a presença indígena nos grandes espetáculos culturais, iniciada com “Índio Indígena NÃO é Fantasia!” (2024) e “Representatividade x Representação: é só uma homenagem?” (2025).

A partir de fotos, vídeos, depoimentos e camisetas, a montagem parte da participação de integrantes do Conselho Indígena Aty Mirim e da equipe do MCI no desfile da Mocidade Unida da Mooca (MUM), no Carnaval de 2025, que homenageou o escritor e líder indígena, Ailton Krenak, com o enredo “Krenak - O presente ancestral”. O título da instalação remete a uma fala do próprio Krenak, em entrevista após o desfile, ao definir a experiência como “um estado de exaltação, um êxtase”.

Durante o desfile, mestres de saberes, conselheiros e colaboradores do MCI estiveram ao lado de Krenak em um dos carros alegóricos, empunhando estandartes com frases como “Cocar é sagrado”, “Cada grafismo representa a espiritualidade de um povo” e “Demarcação já”, reafirmando o carnaval como espaço de disputa simbólica, visibilidade política e afirmação cultural.

 

Formação, educação e cidade

Em 07 de fevereiro, às 10h, o MCI promove duas atividades que ampliam o debate sobre presença indígena nos territórios urbanos e nos espaços educativos. Pela manhã, o “Encontro com Educadores - A etnocomunicação e a promoção da Língua Indígena Nheengatú nos territórios” propõe uma reflexão sobre o uso das plataformas digitais como ferramenta de resistência linguística e implementação da Lei nº 11.645/2008. A atividade é conduzida por Emerson Baré Puranga, mestre de saberes do educativo e pesquisador da área de linguística indígena.

 

Encontro com educadores é uma das iniciativas mensais promovidas pelo MCI.

À tarde, às 15h, em alusão ao Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, o debate “Invisibilização e marginalização em grandes centros urbanos” reúne as lideranças Avani Fulni-ô e Roseli Coä Pataxó Hã-hã-hãe, que compartilham vivências, desafios e estratégias de resistência de indígenas em contexto urbano, com foco no conceito de território como espaço de identidade, cultura e ancestralidade.

 

Saberes, infância e oralidade

Em 21 de fevereiro, às 11h, o programa de contação de histórias recebe Kawakani Mehinako, que apresenta o conto “Aunakĩ Yanakumã - História do Dono dos Rios”, narrativa fundamental da cosmogonia do povo Mehinako, do Alto Xingu. Voltada para crianças e suas famílias, a atividade valoriza a oralidade indígena e promove experiências de escuta e convivência entre diferentes gerações.

 

Siriani Huni Kuin, autor de “O Segredo dos Artesãos da Amazônia” foi um dos participantes do programa de contação de histórias em 2025.

Na mesma data, às 15h, em celebração ao Dia Internacional da Língua Materna, o MCI promove uma conversa online, em seu canal no YouTube, com Altaci Corrêa Rubim (Tataiya Kokama), referência nacional e internacional na área de políticas linguísticas indígenas. A atividade propõe reflexões sobre preservação, diversidade linguística, inclusão e os desafios da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022–2032).

Sonhos, territórios e visitas mediadas

Para encerrar o mês, em 26 de fevereiro, às 18h30, o público é convidado para uma visita mediada às exposições com a temática “Sonhos Ancestrais”, conduzida pelos mestres de saberes. A atividade percorre a exposição “Ygapó: Terra Firme”, de Denilson Baniwa, e a Sala da Jiboia, espaço de acolhimento inspirado na cosmologia do povo Huni Kuin, com reflexões sobre imaginação, ancestralidade e a construção de outros mundos possíveis.

 

Feira de Artes Manuais

Artesãs e artesãos indígenas de diferentes povos comercializam uma grande diversidade de artefatos tradicionais na Feira de Artes Manuais Indígenas, montada na área externa do MCI. Das 9h às 18h, o espaço promove artistas indígenas para incentivar e ampliar oportunidades socioprodutivas e econômicas.

 

E MAIS!

As exposições em cartaz celebram as riquezas e a diversidade cultural dos povos originários:

Hendu Porã’rã - escutar com o corpo: uma imersão sensorial na cultura do povo Guarani a partir de linguagens ancestrais e contemporâneas.

Ygapó - Terra Firme: em um espaço imersivo somos convidados a tirar os sapatos para caminhar sobre as folhas da Mata Atlântica e entre o corpo de uma árvore partida ao meio.

Mymba’i, pedindo licença aos espíritos, dialogando com a Mata Atlântica: um chamado para a reflexão sobre os impactos das ações humanas e a urgência de cuidar da natureza.

Nhe'ẽ ry - onde os espíritos se banham: explora dimensões espirituais, territoriais e simbólicas da relação dos povos indígenas com a Mata Atlântica.

Ocupação Decoloniza – SP Terra Indígena: ocupa as áreas externas com grafismos Guarani e murais de onças, criados por artistas indígenas. As obras trazem olhares decoloniais sobre o espaço urbano e destacam a resistência, a luta por direitos e o papel feminino, como parte do movimento de retomada artística indígena contemporânea.

 

SERVIÇO

Instalação “Exaltação e Êxtase: manifestações de resistência e visibilidade”

Data e horário: 03/02 a 01/03, das 09h às 18h e às quintas até 20h

 

Encontro com Educadores - A etnocomunicação e a promoção da Língua Nheengatú

Data e horário: 07/02, das 10h às 12h

Com emissão de certificado (2h)

 

Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas - Invisibilização e marginalização em grandes centros urbanos

Data e horário: 07/02, das 15h às 16h30

 

Contação de Histórias MCI - “Aunakĩ Yanakumã”

Data e horário: 21/02, das 11h às 12h

 

Dia Internacional da Língua Materna, conversa com Altaci Corrêa Rubim

Data e horário: 21/02, das 15h às 16h

No YouTube do MCI

 

Visita mediada “Sonhos Ancestrais”

Data e horário: 26/02, das 18h30 às 20h

 

Feira de Artes Manuais Indígenas

Data e horário: de terça a domingo, das 9h às 18h; às quintas até às 20h

 

Exposições em cartaz

Data e horário: de terça a domingo, das 9h às 18h; às quintas até às 20h

Museu das Culturas Indígenas  

Endereço: Rua Dona Germaine Burchard, 451, Água Branca – São Paulo/SP      

Telefone: (11) 3873-1541 

CENTRO AUTOMOTIVO FN

Escapamentos

Catalisadores - Ponteiras

94723-5755 - 5831-7255

Rua Lavapés, 306

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Como fidelizar clientes?

 

Vender mais para o mesmo cliente pode ser a melhor estratégia para garantir que as metas sejam batidas, principalmente, em tempos de crise econômica. É fato que nesses períodos tanto as pessoas quanto as empresas arriscam menos, evitam novas compras de produtos e serviços, assim como deixam de buscar novos vendedores. Ou seja, o vendedor deve se agarrar aos seus clientes e batalhar para que eles ampliem o ticket médio, fatos que, claro, podem render indicações e novos contatos.

 

Mas quais métodos utilizar para fidelizar o cliente? Como evitar que ele fale mal da minha empresa? Um desses métodos é praticamente infalível: garantir um pós-venda de qualidade! Sempre digo que o pós-venda é a pré-venda da próxima venda. E, apesar da repetição de palavras, essa é mesmo a melhor definição para essa técnica, que é tão importante quanto o primeiro atendimento, quanto a venda em si. É um erro acreditar que uma negociação se encerra com a assinatura de um contrato ou quando o comprador deixa a loja. A venda precisa ser encarada apenas como o primeiro passo de uma parceria que pode durar muitos anos.

 

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